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Soneto da Incompreensão

  • Foto do escritor: Um universitário de Letras
    Um universitário de Letras
  • 19 de jan. de 2020
  • 1 min de leitura

Imensurável ardor no peito

Incompreendido sentimento de dor,

onde estás, pra onde vás?

Me deixastes sozinho sedento de amor. 


Incompreendida angústia, onde está?

No meu peito arde teu veneno

Incompreendido, me vejo ao extremo

Indo ao encontro do prazer, ei buscar!


Retomo a mil pensamentos

No crepúsculo arde a vontade, hesito!

Do prazer passo ao escrito. 


Segue a incompreensão; angústia, medo. 

Medo, dor! Sentado escrevo

Fugindo do prazer, sortindo amor.


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